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CARTILHA DE PREVENÇÃO A INCÊNDIOS
| 1.
PREVENÇÃO
As causas de um incêndio são as mais diversas: descargas
elétricas, descargas atmosféricas, sobrecarga nas instalações
elétricas dos edifícios,
falhas humanas (por descuido, desconhecimento ou irresponsabilidade)
etc.
Os cuidados básicos para evitar e combater um incêndio, indicados
a seguir, podem salvar vidas e bens patrimoniais.
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| 1.1
CUIDADOS BÁSICOS
Não brinque com fogo. Um cigarro mal apagado jogado numa lixeira
pode causar uma catástrofe. Apague o cigarro antes de deixá-lo em um
cinzeiro ou de jogá-lo em uma caixa de areia.
Cuidado com fósforos. Habitue-se a apagar os palitos de fósforo
antes de jogá-los fora.
Obedeça
às placas de sinalização. Não fume em locais proibidos, mal
ventilados ou sujeitos a alta concentração de vapores inflamáveis
como os de cola e os de materiais de limpeza.
Nunca apóie velas sobre caixas de fósforos e materiais
combustíveis.
Evite usar espiriteira. Sua utilização não é segura.
Não utilize a casa de força, a casa de máquinas dos elevadores e
a casa de bombas do prédio como depósitos de materiais. São locais
importantes e perigosos, que devem estar sempre desimpedidos. |
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| 1.2
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
A sobrecarga na instalação é uma das principais causas de
incêndios. Se a corrente elétrica está acima do que a fiação suporta,
ocorre superaquecimento dos fios, o que pode dar início a um
incêndio. Por isso:
• Não ligue mais de um aparelho por tomada. Essa é uma das causas
de sobrecarga na instalação elétrica.
• Não faça ligações provisórias. Tome sempre cuidado com as
instalações elétricas. Fios descascados quando encostam um no outro
provocam curto-circuito e faíscas.
Chame
um técnico qualificado para executar ou reparar as instalações
elétricas ou quando encontrar um dos seguintes problemas:
· Constante abertura dos
dispositivos de proteção (disjuntores).
· Queima freqüente de
fusíveis.
· Aquecimento da fiação
e/ou de disjuntores.
· Quadros de
distribuição com dispositivos de proteção do tipo chavefaca com
fusíveis cartucho ou rolha. Substitua-os por disjuntores ou
fusíveis do tipo Diazed ou NH.
· Fiações expostas (a
fiação deve estar sempre embutida em eletrodutos).
· Lâmpadas
incandescentes instaladas diretamente em torno de material
combustível, pois elas liberam grande quantidade de calor.
· Inexistência de
aterramento adequado para instalações e equipamentos elétricos
como torneiras e chuveiros elétricos, ar-condicionado etc. Evite
aterrá-los em canos d'água.
ATENÇÃO: toda a instalação elétrica tem de estar de acordo com a
Norma NBR 5.410 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). |
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1.3
EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS
Antes de instalar um novo aparelho, verifique se ele não vai sobrecarregar
o circuito. Utilize os aparelhos elétricos somente do modo especificado
pelo fabricante.

| 1.4 INSTALAÇÕES
DE GÁS
Somente pessoas habilitadas devem realizar consertos ou modificações
nas instalações de gás. Sempre verifique possíveis vazamentos no
botijão, trocando-o imediatamente caso constate alguma
irregularidade.
O botijão que estiver visualmente em péssimo estado deve ser
imediatamente recusado.
Para verificar vazamento, nunca use fósforos ou chama, apenas
água e sabão.
Nunca tente improvisar maneiras de eliminar vazamentos, como
utilizar cera, por exemplo. Coloque os botijões sempre em locais
ventilados. Sempre rosqueie o registro do botijão apenas com as mãos,
para evitar rompimento da válvula interna. Aparelhos que usam gás
devem ser revisados pelo menos uma vez a cada dois anos.
Vazamento de gás sem chama:
· Ao sentir cheiro de
gás, não ligue ou desligue a luz ou aparelhos elétricos.
· Afaste as pessoas do
local e procure ventilá-lo.
· Feche o registro de
gás para restringir o combustível e o risco de propagação mais
rápida do incêndio. Não há perigo de explosão do botijão se você
fechar o registro. Se possível, leve o botijão para um ocal
aberto e ventilado.
Vazamento de gás com chama:
· Feche o registro do
gás. Retire todo o material combustível que estiver próximo ao
fogo.
Incêndio com botijão no local:
· Se possível, retire o
botijão do local antes que o fogo possa atingi-lo.
· Em todas essas
situações, chame os BOMBEIROS: telefone 193.
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1.5
CIRCULAÇÃO
· Mantenha sempre
desobstruídos corredores, escadas e saídas de emergência, sem vasos,
tambores ou sacos de lixo.
· Nunca guarde produtos
inflamáveis nesses locais.
· Jamais utilize corredores,
escadas e saídas de emergência como depósitos, mesmo que seja
provisoriamente.
· As coletas de lixo devem ser
bem planejadas para não comprometer o abandono do edifício em caso de
emergência.
· As portas corta-fogo não
devem ter trincos ou cadeados. Conheça bem o edifício em que você
circula, mora ou trabalha, principalmente os meios de escape e as
rotas de fuga.

1.6
LAVAGEM DE ÁREAS COMUNS
Evite sempre que a água da lavagem atinja os circuitos elétricos ou
enferruje as bases das portas corta-fogo. Nunca permita que a água se
infiltre pelas portas dos elevadores, pois isso pode provocar sérios
acidentes.
2.
Manutenção do sistema de segurança
| 2.1
EXTINTORES DE INCÊNDIO
Os extintores de incêndio devem ser apropriados para o local a
ser protegido.
Verifique constantemente se:
· O acesso aos
extintores não está obstruído.
· Os manômetros indicam
pressurização (faixa verde ou amarela).
· O aparelho não
apresenta vazamento.
· Os bicos e as válvulas
da tampa estão desentupidos.
Leve qualquer irregularidade ao conhecimento de um responsável,
para que a situação seja rapidamente sanada.
· A recarga do extintor
deve ser feita:
· Imediatamente após o
uso.
· Caso ele esteja
despressurizado (manômetro na faixa vermelha).
· Após ele ser submetido
a teste hidrostático.
· Se o material estiver
empedrado.
Tais procedimentos devem ser verificados pelo zelador e
fiscalizados por todos.
Mesmo que o extintor não tenha sido usado, a recarga deve ser
feita:
· Após um ano – tipo
espuma.
· Após três anos – tipo
pó químico seco e água pressurizada.
· Semestralmente – se
houver diferença de peso que exceda 5%, tipo pó químico seco e
água pressurizada; 10%, tipo CO2.
· Esvazie os extintores
antes de enviá-los para recarga.
· Programe a recarga de
forma a não deixar os locais desprotegidos.
· A época de recarga
deve ser aproveitada para o treinamento das equipes de
emergência.
· O Corpo de Bombeiros
exige uma inspeção anual de todos os extintores, além de testes
hidrostáticos a cada cinco anos, por firma habilitada. Devem ser
recarregados os extintores em que forem constatados vazamentos,
diminuição de carga ou pressão e vencimento de carga.
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| 2.2
HIDRANTES E MANGOTINHOS
IMPORTANTE: para recarga ou teste hidrostático, escolha uma
firma IDÔNEA. Os hidrantes e mangotinhos devem estar sempre bem
sinalizados e desobstruídos.
A caixa de incêndio contém:
· Registro globo com
adaptador, mangueira aduchada (enrolada pelo meio ou em
ziguezague), esguicho regulável (desde que haja
condição técnica para seu uso) ou agulheta, duas chaves para
engate e cesto móvel para acondicionar a mangueira.
· Mangotinho, que deve
ser enrolado em "oito" ou em camadas nos carretéis e pode ser
usado por uma pessoa apenas. Seu abrigo deve ser de chapa
metálica e dispor de ventilação.
Verifique:
· Se a mangueira está
com os acoplamentos enrolados para fora, facilitando o engate no
registro e no esguicho.
· Se a mangueira está
desconectada do registro.
· Se o estado geral da
mangueira é bom, desenrolando-a e checando se ela não tem nós,
furos e trechos desfiados, ressecados ou
desgastados.
· Se o registro
apresenta vazamento ou está com o volante emperrado.
· Se há juntas amassadas.
· Se há água no interior
das mangueiras ou no interior da caixa hidrante, pois isso pode
provocar o apodrecimento da mangueira e a oxidação da caixa.
ATENÇÃO: nunca jogue água sobre instalações elétricas
energizadas.
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 |

· Nunca deixe fechado o
registro geral do barrilete do reservatório d'água (o registro geral
do sistema de hidrantes localiza-se junto à saída do reservatório
d'água).
· Se for preciso fazer reparo
na rede, certifique-se de que, após o término do serviço, o registro
permanece aberto.
· Se a bomba de pressurização
não der partida automática, é necessário dar partida manual no painel
central, que fica próximo à bomba de incêndio.
· Nunca utilize a mangueira
dos hidrantes para lavar pisos ou regar jardins.Mantenha sempre em
ordem a instalação hidráulica de emergência, com auxílio de
profissionais especializados.
2.3 INSTALAÇÕES FIXAS DE COMBATE A INCÊNDIOS
As instalações fixas de combate a incêndios destinam-se a detectar o
início do fogo e resfriá-lo.
Os tipos são:
· Detector de fumaça.
· Detector de temperatura.
· Detector de chama.
· Sprinklers: redes de
pequenos chuveiros no teto dos ambientes.
· Dilúvio: gera um nevoeiro
d'água.
· Cortina d'água: rede de
pequenos chuveiros afixados no teto e alinhados para, quando acionados,
formar uma cortina d'água.
· Resfriamento: rede de
pequenos chuveiros instalados ao redor e no topo de tanques de gás,
petróleo, gasolina e álcool.
· Geralmente são usados em
áreas industriais.
· Halon: a partir de posições
tomadas pelo Ministério da Saúde, o Corpo de Bombeiros NÃO tem
recomendado a utilização desse sistema, uma vez que seu agente é
composto por CFC, destruidor da camada de ozônio.
2.4
ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA
· A iluminação de emergência,
que entra em funcionamento quando falta energia elétrica, pode ser
alimentada por gerador ou bateria e acumuladores (não-automotiva).
· Faça constantemente a
revisão dos pontos de iluminação.
· A iluminação de emergência é
obrigatória também nos elevadores.
Baterias
As baterias devem ser instaladas acima do piso e afastadas da parede,
em local seco, ventilado e sinalizado. Providencie a manutenção periódica
das baterias. De acordo com as indicações do fabricante, devem ser
verificados seus terminais (pólos) e a densidade do eletrólito.
Os alarmes de incêndio podem ser manuais ou automáticos. Os detectores
de fumaça, de calor e de temperatura acionam automaticamente os alarmes. O
alarme deve ser audível em todos os setores da área abrangida pelo sistema
de segurança. As verificações dos alarmes precisam ser feitas
periodicamente, seguindo as instruções do fabricante.
A edificação deve contar com um plano de ação para otimizar os
procedimentos de abandono do local quando o alarme for acionado.
Sistemas de som e interfonia.
Os sistemas de som e interfonia devem ser incluídos no plano de
abandono do local e devem ser verificados e mantidos em funcionamento de
acordo com as recomendações do fabricante.
2.6
PORTAS CORTA-FOGO
Elas devem resistir ao calor por 60 minutos, no mínimo (verifique se
está afixado o selo de conformidade com a ABNT). Toda porta corta-fogo
deve abrir sempre no sentido de saída das pessoas. Seu fechamento deve ser
completo. Além disso, elas nunca devem ser trancadas com cadeados ou
fechaduras e não devem ser usados calços, cunhas ou quaisquer outros
artifícios para mantê-las abertas.
| 2.7
ROTAS DE FUGA

Corredores, escadas, rampas, passagens entre prédios geminados e
saídas são rotas de fuga e devem sempre ser mantidas
desobstruídas e bem sinalizadas.
IMPORTANTE: conheça a localização das saídas de emergência
das edificações em que você entrar. Só utilize áreas de emergência
no topo dos edifícios e passarelas entre prédios vizinhos na
impossibilidade de a escada de incêndio ser utilizada. As passarelas
entre prédios têm de estar em paredes cegas ou isoladas das chamas.
LEMBRE-SE: é sempre aconselhável DESCER. |
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2.8
LIXEIRAS
As portas dos dutos das lixeiras devem estar fechadas com alvenaria,
sem a possibilidade de abertura, para não permitir a passagem da fumaça ou
de gases para as áreas da escada ou entre os andares do edifício.
2.9
PÁRA-RAIOS
O pára-raios deve estar no ponto mais alto do edifício. Massas
metálicas como torres, antenas, guarda-corpos e painéis de propaganda e
sinalização devem ser ligadas aos cabos de descida do pára-raios,
integrando o sistema de proteção contra descargas elétricas atmosféricas.
O pára-raios deve estar funcionando adequadamente. Caso contrário, há
inversão da descarga
para as massas metálicas que estiverem em contato com seu cabo.
Os pára-raios podem ser do tipo FRANKLIN ou GAIOLA DE FARADAY. O tipo
radioativo/iônico tem sua instalação condenada devido à sua carga
radioativa e por não ter eficiência adequada. A manutenção dos pára-raios
deve ser feita anualmente, por empresas especializadas, conforme instrução
do fabricante. É preciso observar a resistência ôhmica do aterramento
entre eletrodos e a terra (máximo de 10 ohm) ou logo após a queda do raio.

3.
Equipes de emergência
A equipe de emergência é a brigada de combate a incêndio. Ela é formada
por pessoas treinadas, com conhecimentos sobre prevenção contra incêndios,
abandono de edificações e pronto-socorro, além de devidamente dimensionada
de acordo com a população existente na edificação.

· Cabe a essa equipe a
vistoria semestral dos equipamentos de prevenção e combate a incêndios,
assim como o treinamento de abandono de prédio com moradores e
usuários.
· A relação das pessoas com
dificuldade de locomoção, permanente ou temporária, deve ser
atualizada constantemente e os procedimentos necessários para a
retirada dessas pessoas em situações de emergência devem ser
previamente definidos. A equipe de emergência deve garantir a saída
dos ocupantes do prédio de acordo com o "Plano de Abandono", não
esquecendo de verificar a existência de retardatários em sanitários,
salas e corredores.
· O sistema de alto-falantes
ajuda a orientar a saída de pessoas; o locutor recebe treinamento e
precisa se empenhar para impedir o pânico. A relação e a localização
dos membros da equipe de emergência devem ser conhecidas por todos os
usuários.
4.
Combate a incêndios
| 4.1
PRIMEIRAS PROVIDÊNCIAS
Ao perceber um princípio de incêndio, acione imediatamente o
alarme e aja de acordo com o plano de abandono. Logo a seguir, chame
o Corpo de Bombeiros pelo TELEFONE 193.
A uma ordem da equipe de emergência, encaminhe-se sem correria
para a saída indicada e desça (NÃO SUBA) pela escada de segurança.
NUNCA USE OS ELEVADORES.
Se tiver de atravessar uma região em chamas, procure envolver-se
em algum tecido molhado não-sintético. Isso dará proteção ao seu
corpo e evitará que ele se desidrate. Proteja os olhos, a boca e as
narinas; essas são as partes mais sensíveis que a fumaça provocada
pelo fogo pode atingir primeiro. Use máscara de proteção ou, no
mínimo, uma toalha molhada no rosto.
|
 |
| 4.2
MÉTODOS DE EXTINÇÃO DO FOGO
Há três meios de extinguir o fogo:
Abafamento.
Consiste em eliminar o comburente (oxigênio) da queima, fazendo com
que ela enfraqueça até se apagar. Para exemplificar, basta lembrar
que, quando se está fritando um bife e o óleo liberado entra em
combustão, a
chama é eliminada pelo abafamento ao se colocar a tampa na
frigideira. Isso
reduz a quantidade de oxigênio existente na superfície da fritura.
Incêndios em cestos e lixo podem ser abafados com toalhas
molhadas de pano nãosintético. Extintores de CO2 são eficazes para
provocar o abafamento.
Retirada do material.
Retira-se o material que está próximo ao fogo, efetuando um
isolamento para que as chamas não tomem grandes proporções.
Resfriamento.
O resfriamento consiste em tirar o calor do material. Para isso, usa-se
um
agente extintor que reduz a temperatura do material em chamas. O
agente mais usado para combater incêndios por resfriamento
é a água. |
 |
4.3
CLASSES DE INCÊNDIO E AGENTES EXTINTORES
Quase todos os materiais são combustíveis; no entanto, devido a diferenças
em sua composição, queimam de formas distintas e exigem maneiras diversas
de extinção do fogo. Convencionou-se dividir os incêndios em quatro
classes.
4.4
O USO DOS HIDRANTES
São necessárias, no mínimo, DUAS pessoas para manusear a mangueira de
um hidrante.
A mangueira deve ser acondicionada na caixa do hidrante em função do
espaço disponível para manuseá-la, a fim de facilitar sua montagem para o
combate ao fogo.
4.5
O USO DOS EXTINTORES
IMPORTANTE:
· O extintor de água
pressurizada é indicado para aplicações em incêndios da CLASSE A.
· Por serem condutoras de
eletricidade, a água e a espuma não podem ser utilizadas em incêndios
de equipamentos elétricos energizados (ligados na tomada). A água e a
espuma podem provocar curtos-circuitos.
· O extintor de água
pressurizada não é indicado para combate a incêndios em álcool ou
similares. Nesses casos, o agente extintor indicado é o pó químico.
Extintores de espuma.
A espuma é um agente indicado para aplicação em incêndios da CLASSE A e da
CLASSE B. Os extintores têm prazo máximo de utilização de cinco anos,
dentro da validade da carga e/ou do recipiente.
Instruções para o uso do extintor de espuma.
· Leve o aparelho até o local
do fogo.
· Inverta a posição do
extintor (FUNDO PARA CIMA).
· Dirija o jato para a base do
fogo.
Obs.: se o jato de espuma não sair, revire o extintor uma ou duas
vezes, para reativar a mistura.
Extintores de gás carbônico.
O gás carbônico, também conhecido como dióxido de carbono ou CO2, é mau
condutor de eletricidade e, por isso, indicado para incêndios da CLASSE C.
Cria ao redor do corpo em chamas uma atmosfera pobre em oxigênio,
impedindo a continuação da combustão.
É indicado também para combater incêndios da CLASSE B de pequenas
proporções.
Instruções para o uso do extintor de CO2.
· Retire o pino de segurança
que trava o gatilho.
· Aperte o gatilho e dirija o
jato para a base do fogo.
Extintores de pó químico seco (PQS).
O pó químico seco é recomendado para incêndios em líquidos inflamáveis
(CLASSE B), inclusive aqueles que se queimam quando aquecidos acima de
120º C, e para incêndios em equipamentos elétricos (CLASSE C).
Instruções para o uso do extintor de pó químico seco pressurizável.
· Puxe a trava de segurança
para trás ou, caso o extintor seja de pó
químico com pressão injetável, gire o registro do cilindro (ou garrafa)
para a esquerda.
· Aperte o gatilho.
· Dirija o jato para a base do
fogo, procurando cobrir toda a área atingida com movimentação rápida.
5.
Roteiro de testes e verificações
Confira no quadro abaixo a lista de equipamentos de segurança das
edificações, os testes de verificação necessários e a periodicidade com
que devem ser realizados.

|
EQUIPAMENTOS |
TESTES E VERIFICAÇÕES |
PERIODICIDADE |
|
Rotas de fuga |
Desobstrução |
Diária |
|
Fechamento |
Diária |
|
Lubrificação, calibragem, vedação e oxidação |
Semestral |
|
Pressurização/Exaustão |
Funcionamento |
Mensal |
|
Instalação elétrica |
Verificação geral |
Mensal |
|
Carga de incêndio |
Quanto a materiais manipulados/estocados
(industrial/comercial) |
Diária |
|
Verificação geral |
Anual |
|
Após reparos e reformas |
Semestral |
|
Com sinais de corrosão e após descargas
atmosféricas |
Semestral |
|
Funcionamento, aclaramento e balizamento |
Semanal |
|
Funcionamento do sistema por uma hora |
Trimestral |
|
Detecção |
Funcionamento de baterias e medição |
Conforme indica o fabricante |
|
Funcionamento e audibilidade |
Semanal |
|
Carga de bateria ou gerador |
Trimestral |
|
EQUIPAMENTOS |
TESTES E VERIFICAÇÕES |
PERIODICIDADE |
|
Obstrução, lacre, manômetro, vazamentos, bicos
e válvulas |
Diária |
|
Recarga: após o uso, se despressurizado, com
material empedrado e após teste hidrostático |
De imediato |
|
Mesmo se não usados: |
|
Espuma |
|
Pó químico e água |
Anual |
|
Se houver diferença de peso que ultrapasse: |
|
50% – Pó químico e água |
|
10% – CO2 |
Anual |
|
Teste hidrostático |
Quinzenal |
|
Funcionamento, registro de recalque e registro
globo |
|
Esguicho e mangueiras |
|
Instalações fixas e automáticas |
Depende do tipo |
Conforme indica o fabricante |
FONTE : http://portal.prefeitura.sp.gov.br
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